PUBLICIDADE
Topo

Fla "gastão" tem obrigação de ganhar do Inter econômico!

Milton Neves

20/02/2021 12h08

Foto: Ricardo Duarte/Internacional

Sabem aquela velha máxima da economia sobre custo-benefício?

Pois é, nesta "decisão" de Campeonato Brasileiro entre Flamengo e Internacional ela está bem escancarada!

As equipes que se enfrentam neste domingo no Maracanã têm diferença abissal nos investimentos que as levaram à disputa do caneco.

Enquanto o clube carioca, nadando em dinheiro, gastou (pasmem) R$ 495 milhões para formar seu elenco, o clube gaúcho do Beira-Rio aplicou modestos R$ 47 milhões, o que representa 9,5% em relação ao Fla…

No comparativo entre os mais caros reforços, enquanto o Rubro-Negro desembolsou R$ 95,2 milhões por Gabigol, o Colorado aplicou R$ 12,2 para trazer Victor Cuesta…

E, vejam, o "barato" mas eficientíssimo Thiago Galhardo, é um dos artilheiros do Brasileiro com 17 gols, enquanto Gabigol anotou 13 tentos…

Ou seja, numa continha simples, cada gol de Gabigol custou até agora R$ 7,32 milhões…

Apenas Gérson custou aos cofres do Mengo R$ 49,7 milhões, ou seja, mais que todo o gasto do Inter com seu elenco atual.

Caro demais esse time do Flamengo para ainda estar um ponto atrás do excelente e econômico Inter.

E a fórmula do sucesso dos gaúchos não é mirabolante; tem a ver com a formação de jovens nas categorias de base, enquanto o Flamengo despejou caminhões de dinheiro atrás de reforços renomados.

Aliás, falando em base, nem podemos comparar o tratamento dispensado pelos dois clubes neste quesito, não é mesmo?

Assim, não custa perguntar: o Fla tem obrigação de "atropelar" o Inter?

Ou o bom e barato Colorado vai colocar "no bolso" o milionário Rubro-Negro?

OPINE!

Sobre o autor

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.