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'Maracanazo' chega aos 70 anos com muito a agradecer a Felipão e seu 7 a 1

Milton Neves

16/07/2020 04h00

Ghiggia "fuzilou" Barbosa, que não teve culpa no lance

16 de julho de 1950 foi, durante muitos e muitos anos, o dia mais triste da história do esporte brasileiro.

Sim, aquela Copa era "nossa".

E perdê-la para o Uruguai, de virada, em casa, mesmo tendo a vantagem do empate, foi considerado justamente um fracasso retumbante do nosso futebol.

Mas exageraram – e muito – com o excepcional goleiro Moacir Barbosa.

"No Brasil, a pena máxima (de prisão) é de 30 anos, mas pago há 40 por um crime que não cometi", se queixou o arqueiro em 1990, quando das "comemorações" dos 40 anos do fatídico jogo contra o Uruguai.

E o pior é que Barbosa pagou essa pena perpétua mesmo sem ter tido culpa nos gols de Schiaffino e de Ghiggia (Alcides Ghiggia, que coincidentemente morreu há exatos cinco anos, em Montevidéu).

A grande responsabilidade mesmo foi de Flávio Costa, o nosso técnico de 1950, que levou Nilton Santos para a Copa para ser reserva de Augusto, na… LATERAL DIREITA!

A "Enciclopédia do Futebol", é claro, deveria ter sido o TITULAR da lateral esquerda, sua posição.

Mas Costa acabou escalando na posição o esforçado Bigode, que foi facilmente vencido nos dois lances que culminaram nos gols de Schiaffino e Ghiggia, que saíram do lado esquerdo da zaga do Brasil.

Com Nilton Santos a história teria sido diferente, tenho certeza.

"E o Juvenal também não deu cobertura nas jogadas", costumava dizer Ademir de Menezes, o grande Queixada, que por muito pouco não foi o primeiro centroavante campeão mundial pelo Brasil.

Enfim, preferiram culpar o pobre Barbosa, para mim, em óbvia demonstração de preconceito contra goleiros negros.

"O goleiro deve ter uma coisa que as pessoas geralmente não associam ao negro. Que é a confiança. Sempre há uma desconfiança. E isso é racismo", explicou em entrevista concedida a mim na Rádio Bandeirantes o professor, jurista e filósofo Silvio Almeida, filho do também ex-goleiro Barbosinha (Lourival de Almeida Filho, ex-arqueiro do Timão que ganhou esse apelido por sua semelhança com Barbosa).

Bom, mas a verdade é que hoje, no dia em que a derrota para o Uruguai completa 70 anos, Barbosa, culpado injustamente, e Flávio Costa, verdadeiro responsável pelo revés, têm muito a agradecer a Felipão e seus ridículos 7 a 1 diante da Alemanha.

Afinal, depois do massacre que levamos no Mineirão em 2014, ninguém mais tem o direito de considerar a perda do título mundial para o Uruguai como algo vergonhoso.

Perto do 7 a 1, o Maracanazo é um vexame nota 0,71.

E abaixo, com muitas fotos, vamos relembrar a brilhante carreira de Barbosa, o maior injustiçado da história do futebol brasileiro: 

Da esquerda para a direita, Barbosa, Augusto, Danilo Alvim, Juvenal, Bauer, Ademir, Zizinho, Jair, Chico, Friaça e Bigode. Imagem: Placar

 

Acima, o empate do Uruguai e, abaixo, a virada. Imagem: Placar

 

Barbosa em mais uma capa, esta, antiga, mas a foto do gol levado do Uruguai, não sai da lembrança. Imagem: Placar

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, em frente ao túmulo do pai, em Praia Grande, cidade do litoral de São Paulo. Foto: UOL

 

Em maio de 2012, Tereza Borba, moradora da cidade de Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, tentava criar uma atração turística no túmulo do saudoso arqueiro. Foto: UOL

 

Da esquerda para a direita, em pé: Ely, Barbosa, Danilo, Augusto, Clarel e Alfredo. Agachados: Tesourinha, Ademir Queixada, Friaça, Maneca, Dejair e o massagista Mário Américo. À frente: Wilson, Sampaio, Laerte, Jorge, Ipojucan, Jasen e Chico. Foto enviada por Renato Meneses Fernandes

 

Da esquerda para a direita, em pé: o massagista Johnson, Rui, Barbosa, Augusto da Costa, Bauer, Noronha e Juvenal. Agachados: Alfredo, Maneca, Baltazar, Ademir Menezes, Friaça e Mário Américo. Foto enviada por José Alves

 

Em pé, da esquerda para a direita, Barbosa, Jorge, Wilson, Danilo, Eli e Alfredo. Agachados, da esquerda para a direita, Tesourinha, Ademir, Friaça, Maneca, Jandón e Mário Américo. Foto: Reprodução

 

Na imagem, Barbosa aparece em pé, enquanto Bellini e Paulinho de Almeida estão agachados. Foto: Revista do Esporte

 

Ex-goleiro do Vasco e Seleção Brasileira. Foto: Revista do Esporte

 

Em pé, da esquerda para a direita: Eli do Amparo (que aparece cortado na imagem), Augusto, Wilson Francisco Alves, Barbosa, Danilo Alvim e Noronha. Agachados: o histórico massagista Mário Américo, Tesourinha, Zizinho, Octávio Moraes, Jair Rosa Pinto e Simão. Foto: Divulgação

 

Em pé: Laerte, Miguel, Paulinho, Bellini, Écio, Orlando, Coronel e Barbosa. Agachados: Roberto Pinto, Sabará, Rubens, Livinho, Delém, Almir, Pinga e Dario. Foto enviada por Tarcísio Vória

 

Em pé: Barbosa, Augusto, Danilo Alvim, Juvenal, Bauer e Bigode. Agachados: Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico e Mário Américo

 

Foto tirada após o goleiro ter se contundido em uma partida contra o Madureira, em 1962. Ao seu lado aparece Assis, conhecido também como "Açougueiro". A foto é do livro "Vai dar Zebra", de José Rezende Raymundo Quadros

 

Momentos antes da partida entre Bonsucesso e Bangu. A foto é do livro "Vai dar Zebra", de José Rezende Raymundo Quadros

 

O primeiro à esquerda é Dario. Na sequência estão Joãozinho (com as duas mãos na cintura), Javan, Barbosa (ao fundo, somente com a cabeça aparecendo), Écio, Ita, Ronaldo (com uma mão na cintura), Sabará, Russo e Roberto Pinto (segurando uma sacola).

 

Em pé, da esquerda para a direita, estão Barbosinha, Delém, um dirigente não identificado e Barbosa (goleiro da Seleção Brasileira em 1950). Agachados: Joãozinho, Roberto Pinto e Écio.

 

A Seleção Brasileira, na disputa do Sul-Americano, em Lima, no Peru. Nesta foto, do dia 12 de março de 1953 o Brasil derrotou o Equador por 2 a 0, com gols de Cláudio Cristovam de Pinho e Ademir de Menezes. O time era dirigido por Aymoré Moreira. Da esquerda para a direita: Djalma Santos, Eli do Amparo, Brandãozinho, Barbosa, Pinheiro e Alfredo; Mário Américo (massagista), Cláudio Cristovam de Pinho, Didi, Baltazar, Ademir de Menezes e Rodrigues Tatu

 

Oberdan Cattani, Barbosa e Gylmar dos Santos Neves, três grandes goleiros em um encontro memorável

 

Gylmar dos Santos Neves e Barbosa: craques debaixo dos três paus

 

 

A imagem diz tudo, mas merecia até uma crônica. A desolação do goleiro Barbosa vendo a bola entrando mansamente. O silêncio, do Maracanã lotado antes do gol. E a explosão que vai acontecer, em segundos. O futebol proporciona emoções incomparáveis. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello

 

Em pé: Barbosa, Dario, Bellini, Écio, Orlando e Coronel. Agachados: Sabará, Rubens, Almir, Vavá e Pinga.

 

Este é o time do Vasco campeão carioca invicto em 1949. Em 20 jogos, foram 18 vitórias e dois empates. Na primeira fila estão: o massagista Mário Américo, um integrante da comissão técnica, Sampaio, Augusto, Barbosa, Wílson, Laerte e dois membros da comissão técnica. Na segunda fila estão: Jorge, Alfredo II, Amílcar Giffoni (comissão técnica), o técnico Flávio Costa, Oto Glória (então membro da comissão técnica), Danilo e Eli. Na terceira fila: Nestor, Maneca, Ademir de Menezes (o Queixada), Lima, Ipojucan, Heleno de Freitas, Chico e Mário.

 

Foto do time uruguaio campeão do Mundo em 1950, da direita para à esquerda: Máspoli, Mathias Gonzalez, Tejera, Juan Lopez, (técnico) Gambetta e entre um dirigente e o massagista, Obdúlio Varella. Agachados da esquerda para à direita:(massagista) Rodriguez Andrade, Gighia, Perez, Miguez, Schiaffino e o joelho de Móran

 

O gol que abalou as carreiras de Bigode e Barbosa. Ghiggia anotou o tento para os uruguaios

 

Veja a imagem e Schiaffino empatando o confronto para o Uruguai

 

O gol brasileiro na final da Copa do Mundo foi anotado por Friaça

 

Em pé: Barbosa, Augusto, Danilo, Juvenal, Bauer e Bigode- agachados: Mário Américo, massagista, Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico e Jonhson – massagista – técnico FLAVIO COSTA, este foi time que perdeu para Uruguai por 2 a 1, no dia 16 de julho de 1950

 

Jonhson e Mario Américo,os massagistas, Barbosa, Augusto, Danilo Alvim, Juvenal, Bauer, Ademir Menezes, Zizinho, Jair Rosa Pinto, Chico, Friaça e Bigode – esta equipe iniciou a participação do Brasil na Copa do Mundo de 1950.

 

Palmeiras e Vasco, no Pacaembu, na década de 40. Barbosa vai na bola. O atacante do Palmeiras é Oswaldinho.

 

Augusto está na seleção de todos os tempos do Vasco. Em pé: Antônio Lopes, Augusto, Barbosa, Bellini, Mauro Galvão, Felipe e Danilo Alvim. Agachados: Ipojucan, Edmundo, Ademir de Menezes, Roberto Dinamite e Romário

 

Esta foto da revista "O Cruzeiro" mostra Barbosa aos 34 anos. Naquela época, era o jogador mais velho a atuar no futebol do antigo estado da Guanabara

 

Na "Revista do Esporte", o trio final inesquecível do Vasco da Gama: Bellini, o goleiro Barbosa e Paulinho de Almeida.

 

Em pé: goleiro Barbosa, |Dario, Bellini, Écio, Orlando e Ortunho. Agachados: Sabará, Almir, Rubens, Vavá e Pinga.

 

Acima, o time do Vasco, em 1958, na cidade do México. Em pé: Coronel, Laerte, Wilson Moreira, um mexicano com duas maracas, Ortunho, a artista mexicana Maria Antonieta Pons , o goleiro Hélio (de óculos), o empresário da mexicana, Rubens, Almir, Wilson Vianna, o Massagista Bentom Sabará e um mexicano. Agachados: Roberto Pinto, o goleiro Barbosa, Viana, Bibi, Livinho, Écio e o cantor mexicano Bienvenido Granda.

 

No Vasco da Gama, Ademar Alves (centro) atuou ao lado de Barbosa(esquerda), nosso injustiçado goleiro da Copa de 50.

 

O título do Sul-Americano de 1948, conquistado no Chile, é um dos maiores orgulhos da torcida do Vasco. Na decisão, um empate sem gols contra o River Plate garantiu a taça para os cruzmaltinos. Em pé: Augusto, Barbosa, Rafagnelli, Danilo, Jorge e Eli. Agachados: Djalma, Maneca, Friaça, Lelé, Chico e o massagista Mário Américo

 

Da esquerda para a direita: o goleiro Barbosa (responsável injustamente pela derrota do Brasil na final da Copa de 1950, contra o Uruguai, em pleno Maracanã), Palito, Lucas, o zagueiro Aldemar, Calico, Ananias, J. Castro, Luiz Marine, o atacante Marinho, Amauri e Zeca.

 

Acima, em 1977, o ex-goleiro Barbosa é homenageado em uma confraternização do Vasco da Gama. Da esquerda para a direita: Zanata, Barbosa, Ramon, Gaúcho e Roberto Dinamite.

 

O injustiçado Barbosa está no centro da foto (de casaco) ladeado por Dona Tereza Borba, Romeu Cambalhota, e pelo ex-árbitro Romualdo Arppi Filho e o grande Badeco.

 

No começo dos anos 60, em São Januário, os três goleiros do Vasco da Gama: Ita, Barbosa e Miguel. Foto: Revista do Esporte

 

Ypiranga no álbum Balas Futebol em 1944: Barbosa, Lulu, Sapólio, Laxixa, Alcebíades, Ortega, Duzentos, Canhoto, Echevarieta, Magri e Rodrigues

 

Goleiros Castiho e Barbosa em treinamento durante o Sul-Americano de 1953, no Peru, em foto da Revista Esporte Ilustrado, 785

 

Barbosa tendo sua perna engessada após sofrer uma fratura no dia 16 de maio de 1953, no empate de 0 a 0 entre Vasco e Botafogo. Foto da Revista Esporte Ilustrado, 790

 

Foto do momento da fratura na perna que Barbosa sofreu no dia 16 de maio de 1953, no empate de 0 a 0 entre Vasco e Botafogo. O registro é da Revista Esporte Ilustrado, 790

 

Barbosa na capa da Revista Esporte Ilustrado, 784, de 1953

 

Foto do saudoso goleiro Barbosa em 1963, em Santa Rita do Sapucaí, em jogo da seleção de Masters do Rio de Janeiro, ao seu lado direito aparece Claiton Gomes

 

Vasco campeão carioca de 1950. Em pé: Barbosa, Danilo, Haroldo, Augusto, Eli e Jorge. Agachados: Mario Américo (massagista), Edmur, Ipojucan, Ademir, Maneca e Chico.

 

Goleiros da seleção brasileira antes da Copa de 1954, Barbosa, Castilho e Gylmar

 

Campo Grande, do Rio de Janeiro, em 1962. Em pé: Barbosa, Atila, Viana, Guilherme, Dequinha e Darci. Agachados: Nelsinho, Décio Esteves, Adilson, Dominguinhos e Roberto Peniche.

 

Seleção brasileira goleou o Peru por 7 a 1, em São Januário, pelo Campeonato Sul-Americano, em 24 de abril de 1949. Em pé: Eli do Amparo, Wilson, Barbosa, Augusto, Danilo Alvim e Noronha. Agachados: Tesourinha, Zizinho, Octavio, Jair da Rosa Pinto e Simão.

 

Barbosa brinca de fotógrafo com Ipojucan, enquanto Baltazar (centro) diz que ele não serve para retratista. Foto: Reprodução/Revista Esporte Ilustrado

 

Seleção Brasileira com a camisa branca, em 1953. Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Barbosa, Haroldo, Danilo, Mauro Ramos de Oliveira e Bauer. Agachados: um massagista, Julinho Botelho, Zizinho, Ipojucan, Pinga e Panelinho. Foto: Reprodução/Revista Esporte Ilustrado

 

O time do Vasco que empatou em 4 a 4 com o Boca Juniors, em 1952. Da esquerda para a direita, em pé: Barbosa, Haroldo, Jorge, Eli do Amparo e Danilo. Agachados: Sabará, Vavá, Ademir de Menezes, Ipojucan e Chico. Foto: Reprodução/Esporte Ilustrado

 

O time do Vasco, campeão carioca de 1952, entra em campo carregando a bandeira da Argentina, para enfrentar o time do Boca Juniors. À frente, Augusto e Barbosa. Depois, Ipojucan e Ademir de Menezes. Atrás, Sabará e Chico. Foto: Reprodução/Esporte Ilustrado

 

Vasco, campeão da cidade em 1952, com a faixa de vencedor. Da direita para a esquerda, Dr. Amilcar Giffoni, massagista Mário Américo, técnico Gentil Cardoso, Barbosa, Augusto, Haroldo, Eli do Amparo, Danilo, Jorge, Sabará, Edmur, Ipojucan, Vavá, Chico e o vice-presidente João Silva. Foto: Reprodução/Esporte Ilustrado

 

Barbosa e Haroldo em 1955. Foto: revista Esporte Ilustrado

 

O grande Barbosa. Imagem: reprodução

 

Barbosa, goleiro da Copa de 50. Foto: reprodução

 

O sorridente Barbosa. Foto: reprodução

 

O goleiro Barbosa e o maravilhoso time do Vasco dos anos 60. Foto: reprodução

 

Jogadores vascaínos, em 1946. Em pé, da esquerda para a direita, o terceiro é Newton Senra, o quinto é o goleiro Barbosa e o sétimo é Augusto. Dos agachados, o primeiro é Nestor e o terceiro é Ipojucan

 

Em 1958, Barbosa, Gradim e Almir Pernambuquinho. Foto enviada por José Eustáquio Rodrigues Alves

 

Chegada do centroavante Pacoti (centro) ao Vasco, em 1958, com a recepção do goleiro Barbosa e o técnico Gradin. Foto enviada por José Eustáquio

 

Remanescentes da Copa de 1950, em 1976

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, chegando em Muzambinho para a abertura da exposição "Futebol Através dos Tempos com o Goleiro Barbosa´´, em maio de 2014

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, chegando em Muzambinho para a abertura da exposição "Futebol Através dos Tempos com o Goleiro Barbosa´´, em maio de 2014

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, chegando em Muzambinho para a abertura da exposição "Futebol Através dos Tempos com o Goleiro Barbosa´´, em maio de 2014

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, chegando em Muzambinho para a abertura da exposição "Futebol Através dos Tempos com o Goleiro Barbosa´´, em maio de 2014

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, chegando em Muzambinho para a abertura da exposição "Futebol Através dos Tempos com o Goleiro Barbosa´´, em maio de 2014

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, chegando em Muzambinho para a abertura da exposição "Futebol Através dos Tempos com o Goleiro Barbosa´´, em maio de 2014

 

Tereza Borba, filha de Barbosa, chegando em Muzambinho para a abertura da exposição "Futebol Através dos Tempos com o Goleiro Barbosa´´, em maio de 2014

 

O ex-goleiro Barbosa será homenageado pela Secretaria de Esportes de Muzambinho, em uma exposição na cidade mineira. É o que contava o jornal "A Folha Regional", em 29 de março de 2014

 

Defensores do Vasco da Gama – Da esquerda para a direita: Paulinho de Almeida, Barbosa e Bellini

 

Craques da Seleção Brasileira antes de mais uma viagem: de cima para baixo, Dr. Paes Barreto, Júlio Linhares, Adãozinho, Barbosa, Biguá, Zizinho, Pinga, Ademir, Tesourinha, Nena e o massagista Mário Américo.

 

Vasco em 1951. Da esquerda para a direita, em pé: Barbosa, Eli, Bellini, Aldemar, Wilson e Jorge. Agachados: Friaça, Ipojucan, Ademir Meneses, Alvinho, Jansen e Mario Américo. Foto enviada por José Eustáquio

 

Nos anos 50 e em uma de suas últimas imagens

 

Barbosa, em uma de suas últimas imagens. Foto: site de Dacio Malta

 

Barbosa e Mazaropi: dois grandes nomes da história do Vasco da Gama

 

Em pé, da esquerda para a direita, Barbosa, Átila, Viana, Guilherme, Dequinha e Darci. Agachados. da esquerda para a direita, Nelsinho, Décio Esteves, Adilson, Dominguinhos e Roberto Peniche. Foto enviada por José Eustáquio

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Sobre o autor

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.