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Vinicius Junior e Rodrygo estão mais próximos da ‘Bola de Ouro’ que Neymar

Milton Neves

26/06/2020 04h00

Fotos: sites oficiais do PSG e do Real Madrid

Desde menino, quando despontou maravilhosamente no Santos ao lado de Paulo Henrique Ganso, Neymar nunca escondeu de ninguém que um de seus grandes sonhos era ganhar o prêmio de melhor jogador do ano.

Seja a "Bola de Ouro", da France Football.

Ou o "The Best", prêmio que a Fifa passou a entregar de maneira independente em 2016.

Mas, pelo andar da carruagem, esse será um sonho que Neymar não conseguirá realizar em sua carreira.

Afinal de contas, apensar de ainda ser considerado como um "menino" por alguns membros da crônica esportiva especializada, o camisa 10 da seleção completará no início do ano que vem 29 anos, idade que Pelé tinha quando conquistou o tri no México, já sendo considerado veterano.

E, honestamente, ele já não tem chances de vencer o prêmio – se realmente tivermos a entrega – desta fragmentada temporada atual.

E na próxima, um ano mais velho, brigando com os ainda competitivos Messi e Cristiano Ronaldo e com os promissores jovens que estão despontando na Europa, ficará ainda mais complicado.

Não tivesse ido ao PSG, decisão mais burra de sua vida, até teria alguma chance em temporadas passadas…

Por isso, na base do puro achismo, até porque quem sabe de tudo é Deus e ele está muito ocupado neste momento cuidando de coisas muito mais importantes, palpito aqui que hoje a esperança do futebol brasileiro para uma nova conquista da "Bola de Ouro", que não vem desde Kaká -2007, está concentrada nos ótimos Vinicius Júnior, ex-Fla, e Rodrygo, ex-Santos, hoje companheiros no Real Madrid.

 

E temos também outros meninos brasileiros que podem surpreender no futuro, como o próprio Reinier, do Real Madrid, Gabriel Martinelli, do Arsenal, ou Matheus Cunha, do Hertha Berlin.

Você apostaria em algum deles?

E, afinal, essa obsessão pelo prêmio de melhor do mundo atrapalhou a carreira de Neymar?

Afinal, ficou bem claro que ele deixou o Barcelona para brilhar em Paris bem longe da sombra de Messi.

Mas, na Cidade Luz, Neymar só encontrou escuridão, passando longe de ser o melhor do planeta.

Se não se mandar logo, seguirá perdendo a sua competitividade e não demorará a entregar de mão beijada o seu protagonismo da seleção para os meninos citados acima.

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Sobre o autor

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

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