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Seis grandes duplas do futebol que sempre deram belos pontapés no racismo

Milton Neves

06/06/2020 04h00

E Dá-lhe protesto nos Estados Unidos e no mundo.

Policiais brancos assassinaram covardemente o cidadão negro George Floyd, já dominado no chão, em morte-tortura e ainda vazaram "suspeita" de que a vítima tinha morrido de "problemas no coração".

Aqui no Brasil, a covardia foi contra o menino carioca João Pedro, DE APENAS 14 ANOS, também assassinado por policiais no Complexo do Salgueiro.

Ordinários!

E dá-lhe protesto mesmo!

Os negros deveriam ser dignificados em 1000% principalmente no Brasil e nos EUA por serem iguais a todos e porque vieram para cá e foram para lá na marra, escravizados por bandidos que os tiraram da África.

Infelizmente, acontece o contrário.

Eles precisam lutar ferozmente até hoje contra o racismo e são preteridos na maioria das situações de nossa sociedade.

Mas, nos EUA, quando das guerras, eles são logo convocados…

E o que seria do esporte sem os maravilhosos negros?

O que seria do futebol sem Pelé, do basquete sem Jordan, do boxe sem Muhammad Ali, do atletismo sem Usain Bolt, do golfe sem Tiger Woods, entre tantas e tantas modalidades que possuem os negros como seus grandes craques?

Bom, e como mais uma forma de protesto contra o nojento racismo, relembro abaixo seis históricas duplas de jogadores brancos e negros do futebol brasileiro que sempre provaram nos gramados que discriminação racial é uma das grandes burrices da humanidade.

Eles sempre deixaram muito claro que o natural é que vivamos em harmonia, respeitando a todos igualmente.

Pelé e Coutinho formaram a dupla mais famosa da história da bola. Mas, antes de o camisa 9 chegar e se firmar na Vila Belmiro, a dupla Pelé e Pepe era a mais comentada do Santos Futebol Clube. E os dois, que davam ainda mais trabalho para as defesas adversárias quando se juntavam a Pagão, formando o trio "PPP", se deram sempre muito bem no Peixe, em jogos da seleção paulista e também nas oportunidades que jogaram juntos pelo escrete canarinho.

Dirceu Lopes e Tostão: eles eram os grandes nomes do maravilhoso Cruzeiro dos anos 1960. Um time tão bom que tinha a audácia de desbancar até mesmo o Santos de Pelé. Para poucos…

Adílio e Zico: os dois maravilhosos meias formavam o cérebro da máquina flamenguista dos anos 1980. Um time que era umas 344 vezes melhor do que esse Rubro-Negro atual de Jorge Jesus…

Bebeto e Romário: uma dupla tão entrosada que conseguiu, de forma surpreendente e mesmo sem uma seleção de encher os olhos, trazer o Mundial 1994 para o Brasil.

Diego e Robinho: dizem que os corintianos até hoje sentem um frio na espinha quando escutam os nomes dos "Meninos da Vila" que surgiram no início dos anos 2000. Eles não explodiram como esperávamos, mas, no Peixe, eram simplesmente infernais.

Muitos diziam que Ganso era o verdadeiro gênio, mas, "baleado" por tantas lesões, o diferenciado meia assistiu aqui do Brasil Neymar ganhar o mundo principalmente jogando ao lado de Messi no Barcelona.

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Sobre o autor

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

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