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Quem ama o futebol se emociona com as relíquias de Valdir Joaquim de Moraes

Milton Neves

19/05/2020 16h05

Garrincha, Manga, Djalma Santos, Valdir e repórter que acompanhava a delegação brasileira. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

O futebol brasileiro perdeu em 11 de janeiro deste ano Valdir Joaquim de Moraes, um dos grandes nomes da famosíssima escola de goleiros do Palmeiras.

Ele marcou época também como preparador de arqueiros, trabalhando com grandes equipes, como a seleção de 1982, o São Paulo de Telê, entre tantas outras.

Bom, e o nosso querido Valdir se foi e, claro, como tinha uma vida financeira bem estruturada, deve ter deixado muitos bens aos seus filhos e netos.

Mas, não é por nada não, tenho para mim que fiquei com a melhor parte.

Sim, meus amigos, veja abaixo o incrível acervo que o grande Valdir gentilmente doou ao meu "Que Fim Levou?" alguns anos atrás.

São fotos históricas do futebol gaúcho, do Palmeiras e da seleção brasileira nos anos 1950 e 1960.

Confira cada uma delas, repare em cada detalhe e conheça um pouco mais da história do nosso futebol através do incrível acervo do enorme Valdir Joaquim de Moraes.

Jogadores conversam após almoço na concentração da Seleção Brasileira. À frente, à esquerda, Rinaldo. Atrás dele está Sebastião Leônidas. Na sequência, no sentido horário: Bianchini, Djalma Santos, Manga e Valdir Joaquim de Moraes. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Jogadores palmeirenses, em 1959. Chinesinho, Valdemar Carabina, Valdir e Ênio Andrade. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Concentração da seleção brasileira. Garotinho, à direita, aguarda autógrafo de Valdir. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Mais seleção: Dudu é o primeiro, da esquerda para a direita e Valdir o antepenúltimo. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Garrincha, Manga, Djalma Santos, Valdir e repórter que acompanhava a delegação brasileira. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Palestrinos: Djalma Dias e Valdir. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Treinando, no Palestra Itália. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Ademir da Guia, Valdir Joaquim de Moraes e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir Joaquim de Moraes e Dias. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Delegação brasileira desembarcando da aeronave da SAS (Scandinavian Airlines System), em Estocolmo, na Suécia. Da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes, o jornalista Gouvea e Célio Taveira. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir e Orlando Peçanha em 1966, na África. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir e Rinaldo, em 1966. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir e Hilton Gosling em frente ao Free Shop de um aeroporto, em 1966. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Delegação brasileira nos anos 60. Da esquerda para a direita: Célio Taveira, José Almeida, Paulo Amaral, Bellini e Valdir. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Jogadores da seleção brasileira nos anos 60. Rinaldo, Célio, Gérson e Valdir, durante viagem da Seleção Brasileira pela Europa. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Rinaldo, Valdir, Bellini e Djalma Santos segurando tapete, produto de artesanato africano. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Garrincha e Valdir próximos ao bar do aeroporto de Estocolmo, na Suécia. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdemar Carabina e Valdir Joaquim de Moraes em uma mesa, junto à piscina de hotel russo, em 1966. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir e Rildo, em 1966, à frente das piscinas do hotel em que ficaram hospedados em Moscou. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Em 1966, Ademir da Guia, Mário Américo e Valdir, em Moscou. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Ademir da Guia e Valdir Joaquim de Moraes em um belvedere moscovita, em 1966. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Em 1966, Valdir Joaquim de Moraes preparando-se para embarcar com a Seleção Brasileira. Ao fundo, Flávio Minuano. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir e Ademir da Guia em Moscou. Atrás, o imponente prédio da Universidade de Moscou, em 1966. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Em 1966, Valdir e Paraná a bordo de aeronave rumo à Europa. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Atrás, da esquerda para a direita: Célio Taveira, Bellini, Pelé, Djalma Santos, Paraná, Ademir da Guia e Bruno Hermany (parcialmente encoberto). À frente: Vicente Feola, Mário Américo, José Almeida, Jairzinho, Rildo, Rinaldo, Dr. Hilton Gosling e Valdir Joaquim de Moraes. Agachado, o roupeiro Chicão Assis. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Durante o Campeonato Pan-Americano de Futebol em 1956, na Cidade do México. O Brasil foi representado por jogadores do Internacional e Grêmio e conquistou o bicampeonato. Na foto, Valdir Joaquim de Moraes, o cantor chileno Lucho Gatica e o massagista Biscardi. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir em um porto europeu. Atrás, um enorme navio e muitos containers prontos para serem embarcados. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir, durante excursão da Seleção Brasileira na Espanha. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita, Manga é o primeiro, Alcindo é o terceiro e Valdir Joaquim de Moraes o último, nas belas instalações em que a Seleção Brasileira se concentrou, em 1966. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita: Picasso, Tupãzinho e Valdir Joaquim de Moraes. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Concentração da Seleção Brasileira em 1966, na cidade de Teresópolis-RJ. Da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes, Edu e Fontana. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Na imagem, aparecem Valdir Joaquim de Moraes, o primeiro em pé, da esquerda para a direita, e Ênio Andrade, que é o penúltimo agachado. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Na imagem, Djalma Santos aparece abraçando Ênio Andrade, o camisa 10 do time adversário. Ao lado, o camisa 7 é Pedrinho, que é cumprimentado por Valdir Joaquim de Moraes. À direita, acompanhando tudo, está Roberto Belangero. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Treino do Palmeiras nos anos 60, com Nilo, Valdir Joaquim de Moraes e Alencar. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir Joaquim de Moraes (ao centro), com o Prof. Júlio Mazzei e o Dr. Rossetti. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Jogadores palmeirenses com suas bagagens de mão em um aeroporto. Da esquerda para a direita: Picasso, Valdemar Carabina, Tupãzinho, Valdir Joaquim de Moraes, Gildo e Ferrari. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir jogou no Verdão de 1958 a 1968. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Sentados, aparecem Gildo, à esquerda, e Valdemar Carabina, à direita, enquanto Valdir Joaquim de Moraes está em pé. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Alguns jogadores alviverdes posando na década de 50. Da esquerda para a direita: Zequinha, Djalma Santos, Julinho Botelho, Valdemar Carabina, Valdir Joaquim de Moraes, Aldemar e Geraldo Scotto. Reparem no calção de Valdir, acolchoado nas laterais. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Valdir Joaquim de Moraes, Valdemar Carabina, Aldemar, Zequinha e Geraldo Scotto. Agachados: massagista, Gildo, Américo Murolo, Vavá, Hélio Burini e Geraldo José. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Reparem em alguns detalhes desta maravilhosa foto. À direita, a fumaça dos fogos de artifício, hoje proibidos nos estádios. Os três dedos de Julinho Botelho apoiados no gramado. As bolas escuras, uma com Ademir da Guia e outra com um dos mascotes. Outra coisa. Será que caberia mais algum torcedor naquela tarde no Paulo Machado de Carvalho? O time palmeirense, em pé, da esquerda para a direita: Rubens Caetano, Valdir Joaquim de Moraes, Tarciso, Djalma Dias, Dudu e Ferrari. Agachados: Julinho Botelho, Ademar Pantera, Picolé, Ademir da Guia e Tupãzinho. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Um excelente time do Palmeiras no final dos anos 50. Em pé, da esquerda para a direita: Jorge, Valdir Joaquim de Moraes, Valdemar Carabina, Formiga, Zequinha e Geraldo Scotto. Agachados: Julinho Botelho, Nardo, Parada, Ênio Andrade e Chinesinho. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir e Silvio Ilitti, que atuou pela Seleção Paulista e depois tornou-se advogado

Em pé, da esquerda para a direita: Ivan, Valdir Joaquim de Moraes, Valdemar Carabina, Edson, Flávio e Geraldo Scotto. Agachados: o roupeiro Romeu (filho do também roupeiro Tamanqueiro), Paulinho, Romeiro, Américo Murolo, Chinesinho e Géo. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em pé, da esquerda para a direita: Ferrari, Reinaldo Lapão, Valdir Joaquim de Moraes, Djalma Dias, Tarciso e Nelson. Agachados: Julinho Botelho, Vavá, Tupãzinho, Servílio e Cruz. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Valdir Joaquim de Moraes, Valdemar Carabina, Aldemar, Zequinha e Geraldo Scotto. Agachados. Julinho Botelho, Nardo, Américo Murolo, Chinesinho e Romeiro. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

O Palmeiras e sua linda camisa branca no Palestra Itália lotado. Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Valdir Joaquim de Moraes, Tarciso, Djalma Dias, Ferrari e Zequinha. Agachados: Ademar Pantera, Servílio, Tupãzinho, Ademir da Guia e Nilo. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Craques do Palmeiras depois de um treino. Da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes, Ênio Andrade, Zequinha, Aldemar, Valdemar Carabina e Ariovaldo, o Ari. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Craques do Palmeiras muito bem alinhados. Em pé, da esquerda para a direita: Zequinha, Fábio Crippa (parcialmente encoberto), Julinho Botelho, Aldemar e Laércio. Sentados: Valdir Joaquim de Moraes e Airton (de camisa branca). Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

A diretoria palmeirense homenageando seus craques. Da esquerda para a direita: Geraldo Scotto, Valdir Joaquim de Moraes, Djalma Santos, Vavá, Aldemar, o presidente alviverde Delfino Facchina, Zequinha e o empresário Ermelino Matarazzo. Atrás, dois diretores do Palmeiras. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em 18 de março de 1956 a Seleção Brasileira representada por jogadores do Internacional, Grêmio e Renner enfrentou a Seleção Argentina pelo Pan-Americano. O jogo foi realizado no Estádio Universitário, na Cidade do México. Empate em 2 a 2, gols de Chinesinho e Ênio Andrade. José Yudica e Enrique Sivori marcaram para os argentinos. Na foto da seleção canarinho, em pé, da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes, Oreco, Florindo, Odorico, Ênio Rodrigues e Duarte. Agachados: Luizinho, Bodinho, Larry, Ênio Andrade e Chinesinho. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Os elegantes craques no corre-corre entre hotéis e aeroportos… Puxando a fila está Dudu. Atrás, com o braço esquerdo levantado, está Valdir Joaquim de Moraes conversando com Tupãzinho. Atrás de Tupãzinho estão Djalma Santos (parcialmente encoberto) e o técnico Aymoré Moreira, de óculos escuros. Entre Valdir e Tupãzinho, no fundo, aparecem três jogadores: Ademir da Guia, Djalma Dias e Minuca. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Equipe do Renner, que representou a Seleção Gaúcha em partida contra a Seleção Paulista. Em pé, da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes, Pinga, Bonzo, Leo, Ênio Rodrigues e Paulistinha. Agachados: Pedrinho, Breno, Juarez, Ênio Andrade e jogador não identificado. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Valdemar Carabina, Djalma Santos (atrás), Servílio, Valdir Joaquim de Moraes e Paulo Leão. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Pose dos campeões da Taça Brasil de 1960, um dos títulos unificados pela CBF em dezembro de 2010. Da esquerda para a direita: Djalma Santos, Valdir Joaquim de Moraes, Valdemar Carabina, Aldemar, Jorge e Zequinha. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

No centro, o grande narrador Geraldo José de Almeida, com o volante Zequinha e o goleiro Valdir Joaquim de Moraes. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Chinesinho, Valdir Joaquim de Moraes e Ênio Andrade em 1959. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir Joaquim de Moraes e Humberto Tozzi em Lima, capital do Peru, durante excursão do Palmeiras. Os jogadores aproveitaram uma folga para passear pela cidade. Tozzi, tranquilo, fuma seu cigarro. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em 13 de agosto de 1958, o elegante Valdir Joaquim de Moraes no centro da foto, assina seu contrato na sala da presidência do Palmeiras, após chegar do Renner, de Porto Alegre. À esquerda, na foto, está o presidente alviverde, Dr. Mário Beni e à direita o vice, Mário Frugiuelli. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Time do Palmeiras entrando no gramado do Maracanã em partida válida por um Rio-São Paulo. À frente, pronto para bater a bola no chão, o goleiro Valdir Joaquim de Moraes. Atrás do arqueiro, pela ordem, Julinho Botelho e Romeiro. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em 05 de outubro de 1959, Valdir Joaquim de Moraes coloca água na cuia de Chinesinho. Em pé está Geo, e de costas, à direita, Djalma Santos. Eles estão no restaurante de um hotel (repare no bar, ao fundo). E no vidro, à esquerda, o retrato de um homem de terno e gravata, provavelmente uma propaganda política. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Valdir Joaquim de Moraes, Valdemar Carabina, Flávio, Mané e Geraldo Scotto. Agachados: Geraldo José, Américo Murolo, Vavá, Chinesinho e Cruz. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

No Aeroporto de Porto Alegre, quando a Seleção Brasileira defendida pelo goleiro Gylmar, passou pela capital gaúcha. Da esquerda para a direita: Paulinho (goleiro do Novo Hamburgo), Gylmar dos Santos Neves e Valdir Joaquim de Moraes, à época no Renner. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita: Rubem Luz, Aníbal e Valdir Joaquim de Moraes. O goleiro argentino Rubem Luz era reserva de Aníbal quando Valdir Joaquim de Moraes chegou do Renner de Porto Alegre. Logo depois, Rubem deixou o futebol e foi trabalhar como ator nos Estados Unidos. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Nada de videogame, ipod ou celular… A distrição dos boleiros era um inocente jogo de baralho. Da esquerda para a direita: Valdemar Carabina, Zequinha, Servílio e Valdir Joaquim de Moraes. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Craques alviverdes posando para foto nos anos 60. O goleiro Picasso, o clássico Tupãzinho e Valdir Joaquim de Moraes. Como era comum, os calções acolchoados dos goleiros. Repare nas pernas levemente tortas para fora do craque Tupãzinho e os cadarços de suas chuteiras, amarrados nas canelas. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Amistoso noturno no Pacaembu, entre Palmeiras e Botafogo. A iluminação não era nenhuma maravilha… nem os flashs das câmeras fotográficas, mas a imagem é maravilhosa. Valdir Joaquim de Moraes encaixa, sem luvas. Repare na lateral acolchoada do goleiro alviverde e snas uas joelheiras. O zagueiro do Palmeiras é Aldemar, considerado um dos melhores marcadores de Pelé, que está protegendo a pequena área da investida do botafoguense Alencar. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Tarde de frio no Palestra Itália. Chinesinho, Djalma Santos, Valdir Joaquim de Moraes e Julinho Botelho assistem jogo de aspirantes do Palmeiras

Julinho Botelho, Chico Formiga e Valdir Joaquim de Moraes com um amigo, todos elegantes em seus ternos de tergal. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Domingo à tarde no estádio do Grêmio, em Porto Alegre, no dia 4 de novembro de 1951. Vitória do Renner sobre o Grêmio por 2 a 0. O goleiro Valdir Joaquim de Moraes, do Renner, desliza na poeira do gramado, protegido por joelheiras de feltro, preparando-se para encaixar a bola. O gremista à sua frente é Marcondes. Os dois de camisas listradas (do Renner) são Pedro e Moreira. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Castilho pelo Fluminense e Valdir pela equipe gaúcha do Renner, já extinta. Ambos sem luvas, mas de joelheiras. Dois detalhes importantes: Valdir não tinha o distintivo de sua equipe na camisa, e ambos transpassavam os cadarços por debaixo das chuteiras. Castilho, inclusive, amarrava os seus nas canelas. A partida foi realizada em Porto Alegre. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

O técnico Filpo Nuñez arremessa a bola em treino do Palmeiras para Valdir Joaquim de Moraes, sem luvas. Atrás, um fotógrafo também registrou o lance. Será que alguém tem essa outra foto? Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir no Pacaembu lotado, antes de jogo do Verdão

O ex-goleiro concedendo entrevista antes de jogo no Parque Antártica. Naquele tempo, os repórteres e suas latinhas eram figuras carimbadas no gramado

No gramado do Palestra Itália, Telê Santana e Valdir Joaquim de Moraes. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

No Uruguai, o Brasil disputou o Mundialito, entre dezembro de 1980 e janeiro de 1981. O Uruguai ficou com o título, derrotando o Brasil por 2 a 1, na final. Nesta linda foto, durante um treino, Telê Santana ouvia música em seu gigantesco walk-man, recostado em um saco de bolas. Ao seu lado, o preparador de goleiro Valdir Joaquim de Moraes. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

No gramado da Fazendinha em 1983, ano em que o Corinthians foi bicampeão paulista com um time que tinha Sócrates, Zenon Casagrande, Wladimir e Biro-Biro, entre outros. O preparador de goleiros Valdir Joaquim de Moraes, pessoa não identificada e o treinador Jorge Vieira. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Três ex-craques: Pedro Rocha, Valdir Joaquim de Moraes e Telê Santana. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita: Gilmar, Valdir Joaquim de Moraes (à época treinador de goleiros do Palmeiras) e Benitez. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

A comissão técnica e os jogadores acompanhando um jogo durante a preparação brasileira para a Copa da Espanha. Na primeira fileira, da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes, Moraci Santana e Telê Santana. Atrás estão Tita, Luisinho e Edvaldo. Na terceira fileira, Getúlio, Sócrates e Zé Sérgio. Mais acima, Oscar e Batista. Foto: arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita, Zetti, Valdir Joaquim de Moraes e Marcos Bonequini. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Os amigos Valdir Joaquim de Moraes e Telê Santana aparecem conversando na porta do vestiário de algum estádio brasileiro. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em algum estádio brasileiro, Valdir Joaquim de Moraes e Telê Santana aparecem conversando. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Valdir Joaquim de Moraes e Rubens Minelli, dois grandes parceiros. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Zetti e Valdir Joaquim de Moraes, no início dos anos 90. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes é o primeiro, Parreira o terceiro e o último é Moracy Santana. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Na imagem, Benítez voa para defender a bola chutada por Valdir Joaquim de Moraes. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Na imagem, os grande parceiros Valdir Joaquim de Moraes e Telê Santana. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes é o primeiro, Nei Pandolfo o terceiro e o último é Cantarelli. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita: Valdir Joaquim de Moraes, Telê Santana e Moracy Santana. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Na fileira de cima, da esquerda para a direita, o terceiro é Édson Boaro, seguido por Valdo, Zico, Edivaldo, Josimar, Elzo, Muller e Gata Mansa. Na fileira de baixo, aparecem Silas, Careca, Paulo Vitor, Leão, Júnior, Alemão, Mauro Galvão, Branco e duas pessoas não identificadas. Na fileira de baixo, o segundo é Nocaute Jack, Falcão, Oscar, Edinho, Carlos, Sócrates, Júlio César, Mozer, Casagrande e Lucas Neto. Sentados, aparecem Moracy Santana, Valdir Joaquim de Moraes, Neylor Lasmar, Telê Santana, Nabi Abi Chedid, José Maria Marin, pessoa não identificada, Gilberto Tim e mais três pessoas não identificadas. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Dos que estão sentados, o goleiro Carlos é o que está ao centro, com Valdir Joaquim de Moraes à direita. Em pé, com a camisa do Timão, aparece Gilberto Tim. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita, o segundo é o histórico goleiro Valdir Joaquim de Moraes, seguido pelo empresário Todé. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita: Turibio Leite de Barros Neto, Moracy Santana, Valdir Joaquim de Moraes, pessoa não identificada, Telê Santana, o massagista Hélio, Oscar e Altair Ramos. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Da esquerda para a direita, o primeiro é o repórter Francisco José, Gilberto Tim é o segundo, Telê Santana o terceiro, Nabi Abi Chedid é o quinto, o sexto é José Maria Marin, Moracy Santana é o nono, Vadir Joaquim de Moraes o décimo, Nocaute Jack o décimo segundo, Lucas Neto o penúltimo e o último é Sócrates. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

Em pé, da esquerda para a direita: Aragones, Carlos Caboclo, José Dias, Eduardo, Telê Santana, Dr. Eldio, Fernando Casal de Rey e Dr. Turíbio. Sentados: Moracy Santana, Valdir Joaquim de Moraes e Cerpa. Foto: Arquivo de Valdir Joaquim de Moraes

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Sobre o autor

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

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