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Roberto Dias, maior marcador de Pelé e maior jogador do SPFC faria 77 anos

Milton Neves

07/01/2020 15h29

Milton Neves e Roberto Dias em 27 de dezembro de 2005, durante o programa "Golaço", da Rede Mulher. Foto: Portal Terceiro Tempo 

Roberto Dias, brilhante quarto-zagueiro e também volante que defendeu o São Paulo Futebol Clube por 523 jogos, entre 1960 e 1973, completaria 77 anos nesta terça-feira (7).

Dias, que nos deixou aos 64 anos, no dia 30 de setembro de 2007, vítima de uma parada cardiorrespiratória, sempre é lembrado por Milton Neves como o maior jogador da história do Tricolor Paulista, acima, inclusive, de Rogério Ceni.

Para Miltlon Neves, aliás, Roberto Dias deveria ter sido o titular brasileiro nas Copas de 1966 (Inglaterra) e de 1970 (no México).

Embora estivesse presente na lista d0s 47 jogadores que fizeram a preparação da seleção brasileira em Serra Negra (SP) e Caxambu (MG), acabou não sendo relacionado na lista final dos convocados por Vicente Feola. E, em 1970, novamente foi preterido, desta vez por Zagallo.

REVERÊNCIA DE PELÉ

Para Pelé, Roberto Dias foi um de seus melhores marcadores.

"Eu dizia que o Dias era um grande jogador, que costumava fazer mais o papel do Clodoaldo. Mas em jogos contra o Santos, ele me marcava. E era chato pra caramba na marcação. Mas era um jogador muito bom e que jogava na bola. Eu tive grandes jogadores me marcando, entre eles o Beckenbauer, da Alemanha. Mas o Dias foi realmente um dos melhores", disse Pelé.

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Equipe do São Paulo na Taça de Prata de 1970. Em pé, da esquerda para a direita: Gilberto Sorriso, Sérgio Valentim, Roberto Dias, Édson Cegonha, Jurandir e Forlan. Agachados: Paulo Nani, Terto, Pedro Rocha, Gérson e ParanáDa esquerda para a direita, em pé: Nenê "Peito de Pombo", Roberto Dias, Celso, Edilson, Eduardo Albuquerque e Picasso. Agachados: Miruca, Terto, Babá, Benê e Paraná. Foto enviada por Roberto Ribaldo

Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Zequinha, Roberto Dias, Rildo, Eduardo e Gylmar dos Santos Neves. Agachados: Marcos, Gérson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Foto enviada por Roberto Saponari

De baixo para cima, Roberto Dias é o terceiro, Gino Orlando é o quarto e Faustino é o último. Na época, os jogadores andavam no Boeing da Varig. Foto: Sarkis

Da esquerda para a direita: Jurandir, Pelé, Roberto Dias e Nenê. Foto enviada por Walter Roberto Peres

1965: Roberto Dias, a esposa e Toninho II

No dia 12 de maio de 1963 o Brasil perdeu amistoso para a Itália, em Milão, por 3 a 0. Entrando em campo estão Pelé e depois dele Eduardo, Lima, Roberto Dias, Pepe e Mengálvio. Os italianos são Sormani e Facchetti

Marco Aurélio Cunha ladeado por duas lendas do São Paulo: Roberto Dias e Bellini

Os tricolores Gérson e Roberto Dias em 1972, no Morumbi. Detalhe para os cravos da chuteira do Canhotinha. Foto: Divulgação

E, TAMBÉM, VEJA E OUÇA EM VÍDEO A ROBERTO DIAS DURANTE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA "GOLAÇO" DA REDE MULHER, EM 27 DE DEZEMBRO DE 2005, COM APRESENTAÇÃO DE MILTON NEVES

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Sobre o autor

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

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