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Blog do Milton Neves

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Meus 68 anos salvos pelo Microfone FC

Milton Neves

05/08/2019 13h50

A foto é de junho de 1972 quando eu, Milton Neves, iniciava minha longa e feliz permanência como funcionário da Rádio Jovem Pan AM de São Paulo. Era repórter de trânsito, o motorista é o saudoso Silvério Rodrigues e a viatura, uma C-14 azul da Chevrolet

Cheguei em São Paulo em 1972 de malona a tiracolo, desci na Paulista e parei na Pamplona vindo da velha Rodoviária Júlio Prestes.

São 47,5 anos de São Paulo!

Cheguei de Muzambinho-MG e fui até a "Pensão do muzambinhense Dalton Gaspar" em um velho casarão da Alameda Jaú, quase esquina com a Pamplona.

Tinha 21 anos e estava perdidinho da silva e da vida.

Mais tarde aluguei, um de cada vez, é lógico, dois pequenos apartamentos na Aclimação porque antes já estava morando em um porão da Rua Alfredo Ellis, 185.

Hoje, o "quarto" com entrada à esquerda pelo corredor virou garagem.

Milton Neves em frente ao porão da Rua Alfredo Ellis, 185

À época, tinha passado no vestibular da SUPERO, hoje UNIP Paraíso.

Era "Comunicação Social" e, como colegas, destaque para Paulo Rachid Saab, da Jovem Pan, o multi-jornalista e escritor Ricardo Carvalho, o saudoso Ubirajara Valdez, da Band, e o… Oscar Maroni (!!!), hoje amigão das primas.

E tive também duas colegas especiais de jornalismo no Objetivo em 1972: uma filha do ex-árbitro Anacleto Pietrobom, o Valussi, e Maria Amélia de Brito, filha do primeiro casamento da estrela do teatro e da TV Glória Menezes.

Paulo Rachid Saab, Ricardo Carvalho, Ubirajara Valdez e Oscar Maroni: colegas de faculdade de Milton Neves

Éramos uns… 200 (!!!) alunos no terceiro andar do prédio da Gazeta, na Avenida Paulista, 900.

Juntos, na primeira fase do curso, ficamos misturados no básico alunos de jornalismo e de psicologia.

Dois meses depois, fui impedido de entrar para as aulas por uma severa fiscal-porteira, uma japonesa.

Ela foi correta porque eu devia os dois meses iniciais do curso, mesmo já utilizando os pequenos e novos estúdios de rádio e TV – um assombro nas faculdades para a época – e vinha sendo elogiado pelos professores mineiros Luciano Ornelas, do Jornal da Tarde, e Miguel Jorge (foto abaixo), do Estadão (o mesmo Miguel Jorge que mais tarde tornou-se ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Governo Lula, em 2007).

Miguel Jorge, um dos professores de Milton Neves na faculdade

José Hamilton Ribeiro e o saudoso Sérgio de Souza também foram nossos professores, além de Paulo Kobayashi, Heródoto Barbeiro e Arnon Hollaender, genial.

Mas, e minha falta de pagamento?

Minha tia Antônia, professora primária em Minas Gerais, coitada, não tinha como me manter em São Paulo pagando a pensão, a comida da pensão e a faculdade.

      Tia Antônia (à época já entrando no processo de Alzheimer), Giulia Beatriz (neta) e Fábio Lucas Neves (filho), em Muzambinho, em 2003

Chorei e Ricardo Carvalho, Paulo Saab e Bira Valdez viram e me puxaram para a garagem.

Lá ficamos "de guarda" do lado do Mach 1 de Jorge Brihy (hoje meu vizinho de condomínio na Grande São Paulo) e do Mercedes-Benz de João Carlos Di Genio, placas DI-5000.

"Uma hora eles aparecem", exclamou Ricardo Carvalho.

E apareceu logo o Di Genio, apressado.

Só deu tempo para "o moço de Lavínia-SP" ouvir a explanação do pedido de bolsa para mim com os três dizendo que eu tinha futuro.

João Carlos Di Genio, empresário da área educacional 

Com o elevador quase já subindo, Di Genio falou alto lá do fundo: "Grandão, vá na Jovem Pan e fale com o Fernando (Fernando Vieira de Mello, hoje nome de túnel) e diga que eu te mandei.

Fui e gravei um teste com o jornalista Marco Antônio Gomes e com o operador Chico Vieira.

Era só uma lauda apanhada aleatoriamente em cima de uma mesa lá da redação da Avenida Miruna, 713, Aeroporto, em texto que noticiava um acidente.

E gravei!

"Evitem a Celso Garcia, tudo parado por lá devido a um acidente entre um táxi placa tal e um ônibus da Auto Viação do… PARE", falei.

Fernando foi verificar a gravação e ali ouvi a primeira de uma das 2.873 broncas que levei dele de 1972 até 1992, quando ele deixou a Pan pela Trianon (faleceu em 2001, vítima de Alzheimer).

"Não é PARE, burro, caipira, é PARI! Mas está contratado em estágio. E não encha mais o saco", esbravejou!

"Mas 'cumé ki é o negócio'", perguntei.

E ele, já às gargalhadas ao lado de Reali Júnior, Wilson Fittipaldi, Antônio Del Fiol, Sargentelli e Ney Gonçalves Dias em sua sala de vidro no canto da redação, mudou de novo seu rosto sorridente para um olhar duro e com dentes cerrados.

"Gostei de você falar 'negócio', do 'Pare', tem voz boa acaipirada e você vai para o Detran substituir o Clóvis Messias que foi para a Bandeirantes".

"Mas o que vou fazer?"

"Você vai ser repórter de trânsito pelas ruas da cidade e no Detran".

"Mas eu não conheço nenhuma rua de São Paulo", balbuciei.

"Então vai para a 'pqp'! Vire-se, moleque, estude, é assim, ou nada", ralhou para mim e piscando para o Marquito, Marco Antônio Gomes.

Era o sinal de "contratado"!

Ufa!

Fernando Vieira de Mello, tão importante na vida profissional de Milton Neves

E voltei às aulas com dinheiro emprestado pelo saudoso muzambinhense Marino Campedelli, mais tarde ressarcido, mesmo ele não querendo o dinheiro de volta.

Marino Campedelli, sobrinho de Dom Fernando Figueiredo, morreu em 2011, vítima de infarto

Foi meu início e o resto, o "restão", tem para todo lado no meu livro aí pela internet da vida e na memória de milhões de pessoas por esse Brasilzão.

E andei pensando nisso tudo às portas de meus 68 anos, nesta terça-feira, dia 6.

Foram 68 anos bons demais em tudo, alicerçados no esforço até insano, no imponderável e no muito improvável.

E eu seria muito feliz mesmo só com 3,47% do realizado, efetivado, conseguido, obtido e suado.

Na Jovem Pan foram 33 anos sem vale-transporte e/ou de refeição.

E na metade do tempo precisava demais.

Obrigado, Deus, Jesus, mãe Carmen, pai Milton, minhas tias Antonia e Chiquita, avós, esposa Lenice, filhos, Di Genio, Objetivo, Fernando Vieira de Mello, Jovem Pan, Seo Tuta (mesmo tão infeliz a ponto de minha saída de lá ter sido por despedida indireta), Luís Antônio Piccolo e Seo Adhmar da Rede Zacharias, a minha "Waldemar de Brito" na publicidade, Paulinho Gonçalves, Osmar Santos, Marcos Arbaitman e Francesco Giuliano, que me levaram para Israel e mudaram a minha cabeça, J. Hawilla, Johnny Saad, Dênis Munhoz, Bispo Honorilton, Luciano Calegari, Marcelo Mainardi, Mário Baccei, Johnny Saad, Benedito Dino (que me revelou para o rádio) mais uma vez e obrigado também a todos os jogadores de futebol do mundo, de ontem (principalmente) e de hoje.

E muito obrigado ao Corinthians!

E hoje na vida que vivo em São Paulo, em Minas e nos Estados Unidos, só peço para Deus duas coisas: saúde para minha família e um CD ou um pen-drive completos contendo tudo de todos os atletas de qualquer esporte do mundo e de todos os jornalistas esportivos dos últimos 100 anos.

Aí, o meu "Que Fim Levou?", do Portal Terceiro Tempo, paixão da minha vida, ficará completo!

Placa que Milton Neves recebeu do ex-jogador Pio, da Ferroviária, Palmeiras e Santa Cruz

Puxa, e como foi rápido chegar aos 68.

Duro foi conseguir ter 18 anos para poder entrar no Cine São José de Muzambinho em "filmes de mulher pelada".

Mas, afinal, como eu virei jornalista esportivo?

A explicação está abaixo, com base no texto escrito por mim quando do aniversário de 70 anos de Osmar Santos, no último dia 28:

Fevereiro de 1973.

Eu tinha nervosos e indecisos nove meses de Rádio Jovem Pan em São Paulo.

Meu primeiro emprego na vida, para valer.

Graças a João Carlos Di Genio e a Fernando Vieira de Mello.

Era setorista, como outros nove jornalistas, todos repórteres de trânsito de vários veículos no quinto andar do então efervescente Detran no seu imponente edifício do Ibirapuera, obra de Oscar Niemeyer.

José Neto, Wilsinho Fittipaldi, Aluani Neto e Milton Neves: o irmão de Emerson foi ao Detran renovar o exame médico, nos anos 70, e foi entrevistado pelo repórter da Jovem Pan

Lá embaixo, fervilhavam despachantes, seus prepostos, policiais civis e militares, personalidades e muita gente, às centenas e centenas, atrás do licenciamento do carro, retirada de plaqueta, exame médico, carteiras de identidade e de habilitação, vistoria do veículo e pagamento da TRU, o IPVA da época.

E naquele dia de fevereiro estávamos no meio da tarde naquela quarta-feira, ali pelas 14h, com tudo calmo na diretoria do órgão onde também ficava a sala de imprensa, quando de repente pintou um "alvoroço" com o elevador privativo desembarcando bastante gente a acompanhar alguma celebridade.

Seria de novo o polêmico famoso Coronel Erasmo Dias chegando?

Logo, com delegados, investigadores, escrivães e policiais militares também engrossando a "torcida", vimos que se tratava de… Osmar Santos, a estrela-revelação do meio esportivo e do momento futebolístico do Brasil.

Sim, o "garotinho" Osmar Santos, da Jovem Pan, um Neymar não malquisto da época!

Osmar era o cara, uma estrela amada, benquista e ídolo da garotada e dos "velhos" também.

Só dava Osmar no rádio, eu não o conhecia pessoalmente e ele tinha chegado há poucos meses lá do interior, de mala e cuia, conduzido por seu descobridor Bento Pereira de Oliveira.

Osmar Santos e Bento de Oliveira. A foto acima, da chegada de Osmar Santos à Rádio Jovem Pan, em 1972, foi tirada em frente à antiga sede da Rede Record de Televisão, Rádio Record e Rádio Jovem Pan no Aeroporto, em São Paulo

Eu, integrante da quinta divisão da rádio, só ia à sede da emissora no final de semana para cobrir trânsito rodoviário por… telefone!

E Osmar não aparecia na Avenida Miruna aos sábados e muito menos aos domingos, dia do seu "boné do guarda", da "ripa na chulipa", da querida "gorduchinha" e do seu icônico "e que gooool…".

No meu plantão, evitava informar como estavam Anchieta, Anhanguera, Raposo, Castello e Dutra.

Tinha medo do Osmar, tinha vergonha do Osmar, tremia, mesmo com texto escrito e treinado.

Eu era a prioridade número 10 da equipe atrás dos grandes Osmar Santos, Orlando Duarte, Claudio Carsughi, Leônidas da Silva, Randal Juliano, Cândido Garcia, Narciso Vernizzi, Joseval Peixoto e de Fausto Silva, misto de plantão e setorista da Portuguesa.

Fausto Corrêa da Silva odiava ficar preso lá no estúdio da Rádio Record e a cobrir treino da Lusa.

Mas voltemos ao Detran.

Aí Osmar já estava sentado do lado de minha mesa com o rádio Jovem Pan de frequência fixa – um achado, logo proibido – e passamos a conversar.

Milton no Detran. Ao lado, rádio com frequência fixa na Jovem Pan

Mas o que queria Osmar?

Uma módica placa "OS – 1974", porque o "Bodão" ia para a Alemanha Ocidental no ano seguinte cobrir sua primeira Copa do Mundo, e como titular da equipe no lugar do hoje saudoso Willy Gonser.

E Osmar ganhou do Dr. Nerval, diretor do órgão, o direito de usar a placa "OS 1974" em seu primeiro carro: um Corcel vinho, ano 1973, "zero bala".

O Sargento Salvador Tartaruga (comigo na foto abaixo) foi destacado para resolver a burocracia do emplacamento e ficamos a conversar sobre rádio, televisão, jogadores e cronistas.

Com o Sargento Salvador Tartaruga, no Detran

Só eu falei, e ele ouvindo…

Falei da Bandeirantes, da Tupi, da Gazeta e da Nacional do Rio, de seus narradores, comentaristas, repórteres, plantões… tudo!

Ora, também só fazia isso em Minas Gerais!!!

E ele só escutava, mesmo quando chegou o parceirão dele, o César Maluco, reclamando: "Osmar, vamos logo para o La Licorne, em caso de atraso pegamos só as 'canelas duras' (as feias!!!)".

Confesso que não entendi, mas o César se mandou, o Sargento Salvador entregou os documentos quitados, Osmar foi apanhar o carro licenciado, uma multidão o aplaudia e o abraçava e ele foi para a sede da rádio na Avenida Miruna.

Foi uma consagração, superior ao dia que o cantor Roberto Carlos foi ao órgão renovar o exame médico de sua CNH.

Enfim, Osmar e Roberto Carlos emplacaram junto ao povão, mas perderam de goleada da Roberta Close quando ela lá também apareceu no enorme saguão do Detran que levava ao Banespa.

Um sucesso!

Mas, de repente, uns 50 minutos depois, toca meu LP (linha preferencial) da Jovem Pan para o Detran, com o "temível" e "terrível" Fernando Vieira de Mello gritando: "Minhocão, venha para cá, pegue o ônibus, não tem trânsito para você fazer hoje e venha fazer plantão esportivo. Tirei o Fausto e vou testar se tem mentiroso entre você e o Osmar. Ele me disse que você é gênio, que sabe de tudo de futebol, TV e rádio, então venha ser plantão e aí vou ver se o Osmar mentiu para mim, se você mentiu para ele ou se vocês dois falaram a verdade".

Falamos a verdade, sim, e fiquei 33 anos na função, mesmo que depois ampliada para apresentação do "Plantão de Domingo" e do épico "Terceiro Tempo", meu Waldemar de Brito, culminando depois com Band, Record e novamente Band, além de jornal, revista, palestra, Twitter, Facebook e Instagram.

Equipe da Rádio Jovem Pan em 1973, reunida no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi. Época em que as arquibancadas eram apenas de cimento. Da esquerda para direita: Joseval Peixoto, Orlando Duarte, Cláudio Carsughi, Osmar Santos, Israel Gimpel, Milton Neves, Randal Juliano, Constantino Ranieri, Fausto Silva, Leônidas da Silva, Cândido Garcia, Edemar Annuseck e Aluani Neto

E hoje, Osmar e eu seguimos muito próximos, no Shopping Frei Caneca, em meio a filmes, vinhos e ao North Grill em jantares

E ali ele sempre fala para mim: "Faaaaaaaaustoooooo…", lembrando do amigo que até hoje muito o ajuda.

É uma forma de agradecimento do fiel parceiro do "Balancê", da Rádio Excelsior, que o Osmar transformou de um simples Milton Neves em um grande David Letterman da TV brasileira.

Osmar, parabéns, viva seus 70 anos e saiba que você sempre será um Pelé da história do microfone esportivo deste País.

E Deus te pague por tudo que você fez por mim.

CLIQUE AQUI E CONHEÇA A HISTÓRIA DE OSMAR SANTOS NA SEÇÃO "QUE FIM LEVOU?"

Abaixo, em fotos, um pouco mais do que realizei nestes 68 anos de vida:

Rara aparição de Milton Neves, ainda em Muzambinho-MG, como zagueiro

O apresentador ao lado de seu pai, Milton Neves, e seu irmão, Homero

Carmen Fernandes Neves, Margarida Neves, Milton Neves, Homero Neves segurando o primo Celso e a vovó Isolina. A pequena garota é a prima Maísa. Reunidos em 1961

Milton Neves (sentado ao centro) aparece com sua avó Beatriz, irmão e primos

Na capa da Revista Imprensa, no início dos anos 2000

Arraiá do Miltão – Reencontro dos eternos jovempanistas, em 2017

Arraiá do Miltão – Reencontro dos eternos jovempanistas, em 2017

Da esquerda para a direita, em pé: Renê Rodrigues (mora em Campinas-SP, aposentado pela Petrobras), José Eduardo Botelho (o Du Esqueleto Humano), João Batista Benetti (o João Mula), o cantor Rui Evilásio Rodrigues (o Rui Cabeludo), Antônio Carlos Gonçalves (o Toninho Ratinho ou Toninho Pernaiada, ex-comandante da PM de Minas Gerais, hoje aposentado) e Lino Fazzi Filho (o Lininho). A menina ao centro, é Conceição Aparecida Teixeira. Agachados: Milton Neves, Cláudio Portugal (o Figo) e Roberto de Araújo (o Nenzinho, que mora em Piumhi-MG)

Milton também tentou a sorte como treinador. Não deu certo…

Milton Neves, Denilson, Emerson e Vampeta no Band Mania, em 2010

Milton Neves ao lado de Larissa Erthal, em 2014

"Brigando" com Ricardo Boechat, na Band News FM em 2015

Califórnia em 2000 com os filhos Fábio e Rafael, na Golden Gate, em São Francisco

"Canal 100", da Manchete, com Luís Pereira, Julinho Botelho e Ademir da Guia em 1994

Caracas, Venezuela, ao lado de Samuel Ferro, em 1987

"Cartão Verde", da TV Cultura, em 1993

Carteirinha de Milton Neves, então funcionário da Jovem Pan

Carteirinha de Milton Neves, então funcionário da Rádio Colombo, de Curitiba

Macabíada de Chicago, em 1988

Apresentando o "Cidade Alerta", da Record, em 2005

Concentração da Roma em 1989, voltando de Israel. Milton Neves, o médico da Roma e da seleção italiana e Sormani, em Trigoria, concentração da Roma

Em Roma, Milton Neves e Di Stéfano no Centro de Imprensa Grotta Rossa, da RAI, na Copa do Mundo de 1990, na Itália

Milton Neves e Tostão, na cobertura da Copa de 1994

Milton Neves e Fátima Bernardes, na Copa de 1994

Paulo Soares, Orlando Duarte, Milton Neves e Osmar de Oliveira, na cobertura da Copa de 1998. Na foto, Milton foi convidado para o SBT por um programa pois cobriu o Mundial da França pela Jovem Pan e TV Manchete

Durante a Cobertura da Copa de 2010, na África do Sul

Eduardo Savóia, Renata Fan, Milton Neves, Paulo Roberto Martins, Ricardo Capriotti e Osmar de Oliveira no inesquecível "Debate Bola" da Record, em 2005

Disney, anos 90

Como professor da "Escolinha do Barulho", da Record

         Na "Fazenda do Ipê, em Guaxupé-MG 

Entrada da Fazenda do Ipê, em Guaxupé

Apresentando o "Gol, o Grande Momento do Futebol", da Band e do BandSports

Com Osmar Santos, em Israel – 1993

Com o Mar Morto ao fundo, em 1989

Muro das Lamentações em Jerusalém – 1985

         No Japão, em Yokohama em 2011, antes do duelo entre Santos e Barcelona e usando um "cabelo" do Neymar

         Na Jovem Pan, em 1983: João Antônio de Carvalho, Flávio Prado, Nilson César, Milton Neves e Luis Carlos Quartarollo. Em pé, José Carlos Carboni

Na Jovem Pan, em 1985: José Silvério, Orlando Duarte, Milton Neves e Wanderley Nogueira

Entrevistando o Rei pela Pan em 1983: uma honra!

Credenciais de Milton Neves nas Macabíadas pan-americanas

Em 2013, em Marrakesh (Marrocos), acompanhando o Galo no Mundial ao lado de Chico Pinheiro

Evair e Caio Ribeiro no "Melhor de Todos" da Band, em 2000

"Mesa Redonda", da Gazeta em 1988: Pedro Luiz, Neto, Roberto Avallone, Wanderley Nogueira e Gilberto Costa

Em Miami, com a linda camisa do ABC, estreando apartamento em Sunny Isles, em 2008

Vinicius Magnoni, Alexandre Magnoni, Milton Neves, Edson Dino e Almírio José Borelli, em 25 de fevereiro de 2017, na Fazenda Santo Antonio do Ipê, em Guaxupé-MG

 Tribeca, 67º andar em Nova York – II em 2017, ao lado do One WTC

Curtindo mais uma gelada noite de Nova York – I, em Upper East Side, em 2014

Apresentando o "Domingo Esportivo", na Rádio Bandeirantes

Milton Neves e Amyr Klink na Rádio Bandeirantes em 20 de agosto de 2017

Apresentando o "Roleta Russa" da Record, em 2003

     No "Show do Esporte", ao lado de Juju Salimeni, em 2018

"SuperTécnico" – 1999: Oswaldo de Oliveira, Zagallo, Pelé, Milton Neves, Parreira e Luxemburgo

"Terceiro Tempo" da Record em 2002, com Roberto Carlos e Denilson

"Terceiro Tempo" na Band em 2015

Macabíada Pan-Americana de  Toronto, Canadá, em 1986

Setorista da JP no Detran em 1972 e escrivão de polícia do órgão a partir de 1976

Em 2006 no programa "Golaço" da Rede Mulher. Em pé, Milton Neves e Renata Fan. Sentados: Fábio Sormani, Félix e Ado

Na Adega Terceiro Tempo III, Rafael Neves, Milton Neves, Larissa Erthal e Netto Neves, em 2015

Parte da Equipe-Band em casa, em dezembro de 2011. Em pé, da esquerda para a direita: Tati Saad, Milton Neves, Dudu Magnani e Tiago Galassi. Agachados: Fernando Svevo, Juninho e Rogério Micheletti. Thiago Galassi foi o maitre! 

Na varanda do apartamento no Guarujá, a "Pérola do Atlântico", em uma manhã de fevereiro de 2016

Edifício Carmen Fernandes Neves, na Av. Dr. Américo Luz, em Muzambinho-MG, o único prédio da cidade

Sobre o autor

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

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